Deixando todo o mal para trás

contagem-regressiva-5Etapa 3: libertação

 

Como iniciar uma vida nova sem abandonar a antiga? Como cultivar alegria e paz se estivermos presos a mágoas e acontecimentos menos felizes do passado?

 

Pedindo em oração o auxílio do Pai Celestial para esta tarefa, perdoemos àqueles que se equivocaram e façamos um compromisso conosco mesmos de não trazer à mente as ocorrências que não merecem ser lembradas. Se essas lembranças insistirem em retornar, rapidamente mudemos de pensamento. Recusemo-nos a pensar no mal, na tristeza, nas agonias passadas.

 

Como fonte de inspiração para esta etapa tão importante, apresento a vocês este poema de Maria Dolores, que transcrevi do blog *RELIGARE*:

 

Serve e esquece

Coração, ouve!… Se queres

 

A bênção da paz constante,

 

Trabalha e segue adiante,

 

Cumprindo o próprio dever…

 

Para vencer no caminho

 

Tristeza, treva e pesar,

 

Muito mais do que lembrar

 

A vida roga esquecer.

 

Esquece as mágoas sofridas,

 

As horas do céu cinzento,

 

O azedume, o desalento,

 

E os tempos de provação;

 

Renova-te, dia-a-dia,

 

Não pares, contando lutas,

 

Progresso é o lema que escutas

 

No mundo em transformação.

 

Tudo procura a vanguarda,

 

A flor converte-se em fruto,

 

Do cascalho rijo e bruto,

 

Eis o diamante a surgir…

 

O fio forma o agasalho,

 

A própria noite se esquece

 

Na aurora que resplandece

 

Buscando a luz do porvir.

 

Da própria queda no erro,

 

Levanta-te e segue à frente,

 

Servindo incessantemente,

 

Tudo podes refazer;

 

Não te detenhas na angústia,

 

Ante o mal, prossegue e olvida,

 

As próprias nódoas da vida

 

A vida pede esquecer.

 

MARIA DOLORES

 

em “A Vida Conta”- psicografia de Francisco Cândido Xavier

 

 

Não há nada melhor do que começar um ano novo com liberdade.

 

Vídeo sugerido: Divaldo Franco no Programa Transição do dia 26 de abril de 2009 – clique aqui para assistir.

 

Série completa “Contagem Regressiva”

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Planejando o próximo ano

contagem-regressiva-4Etapa 2: apresentação de soluções

 

Com base no inventário do qual falamos ontem (ver artigo), planejaremos o nosso próximo ano. Não basta que saibamos em que precisamos melhorar se não pensarmos em como isso pode ser feito. Essa é a etapa em que projetamos o caminho para:

 

– corrigir o que necessita ser corrigido;

– cultivar e aperfeiçoar as qualidades já conquistadas;

– lidar com as dificuldades alheias da melhor forma possível;

– realizar os planos que sonhamos concretizar em 2010.

 

Série completa “Contagem Regressiva”

Balanço do ano que passou

contagem-regressiva-3Etapa 1: observação

 

Como poderemos fazer de 2010 um ano melhor que 2009? Analisando todos os aspectos dos acontecimentos, de nossos sucessos e falhas no ano que passou.

 

Separemos alguns minutos para meditar sobre o que fizemos. Em que erramos? Em que acertamos? Como reagimos aos erros e acertos dos outros?

 

Registremos, então, na mente ou em papel os nossos pontos fortes, qualidades que devemos cultivar, e os nossos pontos fracos, características nas quais devemos trabalhar. O destino a dar a esse inventário será o tema da nossa conversa de amanhã.

 

Série completa “Contagem Regressiva”

Contagem regressiva

contagem-regressiva-2Esta é a última semana de 2009 e, por isso, nossos olhos estão voltados para o futuro com otimismo, para as infinitas oportunidades que o próximo ano apresentará. Com isso em mente, realizaremos durante esses dias breves reflexões, sendo cada uma delas uma pequena sugestão para fazer do ano vindouro tudo aquilo que desejamos que ele seja: um passo brilhante na infinita estrada de nossa evolução espiritual.

 

Então, fiquem com Deus e até amanhã!

 

Euzébia Noleto ( www.euzebianoleto.com.br )

 

Série completa “Contagem Regressiva”

Feliz Natal – da nossa família para a sua

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Feliz Natal!

 

Da nossa família para a sua

 

Blog Divulgação Espírita – www.euzebianoleto.com.br

 

Série especial de Natal (dezembro de 2009): Alimento para a alma – ler todos os artigos

“Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida”

alimento-para-a-alma-3

Lucas 15: 1 a 32

                                        

“E chegavam-se a ele todos os publicanos e pecadores para o ouvir.

E os fariseus e os escribas murmuravam, dizendo: Este recebe pecadores, e come com eles.

E ele lhes propôs esta parábola, dizendo:

Que homem dentre vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove, e não vai após a perdida até que venha a achá-la?

E, achando-a, a põe sobre seus ombros, gostoso;

E, chegando a casa, convoca os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque achei a minha ovelha perdida.

Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.

Ou qual a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma dracma, não acende a candeia, e varre a casa, e busca com diligência até a achar?

E, achando-a, convoca as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque já achei a dracma perdida.

 

Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.

E disse: Um certo homem tinha dois filhos;

E o mais moço deles disse ao pai: Pai, dai-me parte da fazenda que me pertence. E ele repartiu por eles a fazenda.

 

E, poucos dias depois, o filho mais novo, ajuntando tudo, partiu para uma terra longínqua, e ali desperdiçou a sua fazenda, vivendo dissolutamente.

E havendo ele gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a padecer necessidades.

E foi, e chegou-se a um dos cidadãos daquela terra, o qual o mandou para os seus campos a apascentar porcos.

E desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam, e ninguém lhe dava nada.

 

E, tornando em si, disse: Quantos jornaleiros de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui padeço de fome!

Levantarme-ei, e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante ti;

 

Já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como um de teus jornaleiros.

E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou.

E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e perante ti, e já não sou digno de ser chamado teu filho.

 

Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa o melhor vestido, e vesti-lho, e ponde-lhe um anel na mão, e alparcas nos pés;

E trazei o bezerro cevado, e matai-o; e comamos, e alegremo-nos;

Porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a alegrar-se.

E o seu filho mais velho estava no campo; e quando veio, e chegou perto de casa, ouviu a música e as danças.

E chamando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo.

 

E ele lhe disse: Veio teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo.

Mas ele se indignou, e não queria entrar. E, saindo o pai, instava com ele.

Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo à tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos;

 

Vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou a tua fazenda com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado.

E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas;

Mas era justo alegramo-nos e folgarmos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; e tinha-se perdido, e achou-se.”

 

Série especial de Natal (dezembro de 2009): Alimento para a alma – ler todos os artigos

“Perdoarás até setenta vezes sete”

alimento-para-a-alma-2Mateus 18: 21 a 35

 

“Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará o meu irmão contra mim, e eu o perdoarei? Até sete?

Jesus lhes disse: Não te digo que até sete, mas, até setenta vezes sete.

Por isso o reino dos céus pode comparar-se a um certo rei que quis fazer contas com os seus servos;

E, começando a fazer contas, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos;

E, não tendo ele com que pagar, o seu senhor mandou que ele, e sua mulher e seus filhos fossem vendidos, com tudo quanto tinha, para que a dívida se lhe pagasse.

Então aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Senhor, sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.

Então o senhor daquele servo, movido de íntima compaixão, soltou-o, e perdoou-lhe a dívida.

 

Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos, que lhe devia cem dinheiros, e, lançando mão dele, sufocava-o, dizendo: Paga-me o que me deves.

Então o seu companheiro, prostrando-se a seus pés, rogava-lhe, dizendo: Sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.

Ele, porém, não quis, antes foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida.

Vendo, pois, os seus conservos o que acontecia, contristaram-se muito, e foram declarar ai seu senhor tudo o  que se passara.

Então o seu senhor, chamando-o à sua presença, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste.

Não devias, tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti?

E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que devia.

 

Assim vos fará também meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas.”

 

Série especial de Natal (dezembro de 2009): Alimento para a alma – ler todos os artigos

“E os que comeram eram quase quatro mil”

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Marcos 8: 1 a 10

 

“Naqueles dias, havendo mui grande multidão, e não tendo o que comer, Jesus chamou a si os seus discípulos e disse-lhes:

Tenho compaixão da multidão, porque há já três dias que estão comigo, e não têm o que comer.

E, se os deixar ir em jejum para suas casas, desfalecerão no caminho, porque alguns deles vieram de longe.

E os seus discípulos responderam-lhe: Donde poderá alguém satisfazê-los de pão aqui no deserto?

E perguntou-lhes: Quantos pães tendes? E disseram-lhe: Sete.

E ordenou à multidão que se assentasse no chão. E, tomando os sete pães, e tendo dado graças, partiu-os, e deu-os aos seus discípulos, para que os pusessem diante deles, e puseram-nos diante da multidão.

Tinham também uns poucos de peixinhos; e, tendo dado graças, ordenou também que lhos pusessem adiante.

E comeram, e saciaram-se; e dos pedaços que sobejaram levantaram sete alcôfas.

E os que comeram eram quase quatro mil; e despediu-os.

E, entrando logo no barco com os seus discípulos, foi para as partes de Dalmanuta.”

 

Série especial de Natal (dezembro de 2009): Alimento para a alma – ler todos os artigos

“Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados”

Mateus 5: 1 a 19alimento-para-a-alma-2

            

“E Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele, os seus discípulos;

E, abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo:

Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus;

Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados;

Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra;

Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;

Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia;

Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus;

Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;

Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus;

Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa.

Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.

Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.

Vós sois a luz do mundo: não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;

Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos os que estão na casa.

Assim, resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.

Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim ab-rogar, mas cumprir.

Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido”.

 

Série especial de Natal (dezembro de 2009): Alimento para a alma – ler todos os artigos

“Não julgueis, para que não sejais julgados”

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Mateus 7: 1 a 12

 

“Não julgueis, para que não sejais julgados.

Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.

E porque reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho?

Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu?

Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão.

Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas; não aconteça que as pisem com os pés, e, voltando-se, vos despedacem.

Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abri-se-vos-á.

Porque, aquele que pede, recebe; e, o que busca, encontra; e, ao que bate, se abre.

E qual dentre vós é o homem que, pedindo-lhe pão o seu filho, lhe dará uma pedra?

E pedindo-lhe um peixe, lhe dará uma serpente?

Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhos pedirem?

Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas.”

 

Série especial de Natal (dezembro de 2009): Alimento para a alma – ler todos os artigos